A minha dedicação à música clássica é, de certa forma, recente. Começou em 2012 quando escrevi minha primeira peça. Foi um quarteto de saxofones, intitulado “O Polvo” e que está presente no meu álbum “Compor”, lançado em 2013.
De lá pra cá escrevi muita coisa: desde peças sinfônicas até peças solo. Hoje já são mais de 100, algumas delas já gravadas e publicadas nos meus 3 álbuns de música de câmara: Alucinações Musicais (2022); Sukha (2023); Epifanias (2024), Gotas (2025) e Gaia (2025)